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Mercado Imobiliário: Descontos atraem compradores, mas intenção de compra cai

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Apesar da alta nos descontos, o número de pessoas que planejam comprar um imóvel recuou. A expectativa para o segundo semestre de 2024 é positiva, com a redução das taxas de juros.

Foto por Tadeu Jnr

Comprar um imóvel com desconto nunca foi tão comum no Brasil. Segundo estudo do Fipe e ZAP, 61% dos imóveis negociados no 4º trimestre de 2023 tiveram algum tipo de desconto, marcando a maior proporção dos últimos três anos. A diferença média entre o valor anunciado e o valor final chega a 11%, o que significa que um imóvel avaliado em R$ 500 mil pode ser adquirido por até R$ 445 mil após a negociação, conforme revelado pelo estudo: Raio-X FipeZAP: Perfil da Demanda de Imóveis.

Apesar desses atrativos descontos, a demanda por imóveis no país está em declínio. A pesquisa indica que o número de pessoas que planejam comprar um imóvel nos próximos três meses recuou de 41% para 38% no último trimestre de 2023. O aumento do custo do financiamento imobiliário, impulsionado pela taxa Selic, é apontado como uma das principais razões para essa queda.

“Quando a demanda está mais fraca, a parcela de transações com desconto tende a aumentar, já que os proprietários enfrentam dificuldades para encontrar compradores”, observa Lucas Gerez, economista do Datazap. No entanto, ele ressalta que nos últimos meses essa tendência tem se mantido relativamente estável, indicando incertezas em relação à demanda.

Dos potenciais compradores entrevistados, 93% planejam morar no imóvel, enquanto apenas 7% se qualificam como investidores. Entre os investidores, a maioria busca renda através do aluguel (72%), enquanto 28% pensam na valorização do imóvel para uma venda futura.

Apesar do cenário atual, as perspectivas para o segundo semestre de 2024 são positivas. Espera-se que a redução das taxas de juros estimule a compra de imóveis, tanto para moradia quanto para investimento. Lucas Gerez espera que essa redução impulsione especialmente a aquisição de imóveis para investimento a partir do segundo semestre de 2024, mas ressalta que a proporção entre compradores com objetivos de investimento e aqueles buscando moradia dependerá do equilíbrio entre novos compradores provenientes de programas habitacionais e novos investidores.

Redação VGV com informações do Estadão Imóveis

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