No ciclo de vida de um empreendimento imobiliário, é comum que o cenário de mercado mude e, com ele, a forma como o público enxerga aquele produto. Por isso, dominar estratégias de reposicionamento de produto pode ser a diferença entre manter estoques parados e destravar vendas com inteligência. Em vez de partir para uma reformulação completa, muitas vezes o caminho mais eficaz está em pequenas, porém decisivas — correções de rota.
O reposicionamento permite revisar aspectos de comunicação, mix de unidades, tipologias, benefícios tangíveis e intangíveis, sem comprometer a base legal ou as aprovações obtidas. É uma ferramenta de ajuste fino que exige sensibilidade de mercado, leitura da jornada do cliente e agilidade para aplicar melhorias com impacto direto nos resultados.
Quando o reposicionamento de produto se torna necessário?
Existem sinais claros de que o reposicionamento de produto deve ser considerado: velocidade de vendas abaixo da expectativa, alto índice de visitas sem conversão, desalinhamento entre discurso e percepção de valor do público ou mudanças no cenário macroeconômico que afetam o comportamento do comprador.
Nesses casos, o primeiro passo é entender o que está desalinhado: é o preço, o público, a comunicação, o projeto? A análise precisa ser multifatorial, incluindo revisão de funil de vendas, pesquisas com leads e até shadowing da jornada de compra. Em lançamentos longos ou com estoques significativos, o reposicionamento é quase uma obrigação estratégica.
O que pode (e deve) ser ajustado?
Reposicionar não significa demolir a proposta inicial. Muitas vezes, ajustes simples são suficientes: alterar a nomenclatura das tipologias, enfatizar diferenciais pouco explorados, adaptar a campanha para um novo tom de voz, mudar os canais de mídia e refinar os argumentos comerciais.
Em outros casos, o ajuste pode envolver uma redistribuição do mix de unidades, mudança no modelo de financiamento, inserção de novos itens de lazer ou reembalagem visual do empreendimento. O importante é que todas as decisões sejam embasadas em dados — e que a operação comercial esteja alinhada com a nova proposta de valor.

Casos em que o reposicionamento virou o jogo
Inúmeros empreendimentos passaram por transformações bem-sucedidas após ações pontuais de reposicionamento. Um exemplo comum é a transição de campanhas que focavam em status para campanhas que focam em bem-estar, localização ou segurança patrimonial. Em tempos de juros altos, reforçar benefícios financeiros e acessibilidade também tem se mostrado um gatilho importante.
Outro movimento recorrente é o redirecionamento do público-alvo. Um produto que parecia ideal para jovens casais pode, na prática, se alinhar melhor a investidores ou famílias. Mudar o olhar é mudar o jogo e o reposicionamento existe para isso.
Como o Grupo VGV pode ajudar incorporadoras no reposicionamento de produto
Reposicionar exige sensibilidade, experiência e conhecimento técnico. O Grupo VGV atua como parceiro estratégico de incorporadoras em todo o Brasil, oferecendo diagnósticos completos e soluções práticas para ajustar produtos sem perder tempo ou dinheiro.
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