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Venda de imóveis na China despenca, mas tours imobiliários virtuais intensificam sua ascensão; o que esperar de mudanças no mercado imobiliário brasileiro?


O otimismo no começo do ano para os mercados asiáticos se tornou cinzas diante da epidemia do Covid-19. Já no primeiro bimestre, as vendas de imóveis caíram 34,7% – o ponto é considerado o mais baixo em 28 anos. 


Dados iniciais


Desde o primeiro caso na cidade chinesa de Wuhan em dezembro de 2019, mais de seis mil pessoas morreram, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia mundial e a economia global sofre impactos cotidianos. 


Trazendo a tônica para o cenário nacional, até a presente data, não houve registro de mortes devido o vírus, contudo, mais de 200 casos de infectados já foram confirmados. E, enquanto isto, a IBOVESPA bateu recordes – tanto na queda de ações, valorização extrema do dólar e acionamento de circuit breakers.


Mercados mundiais



A epidemia tem repercutido efeitos em diversas áreas como entretenimento, varejo, na indústria alimentícia e, sim, no mercado imobiliário. 


Com a maioria dos atendimentos imobiliários físicos (como stand de vendas, imobiliárias, entre outros) fechados, os preços chineses, por exemplo, têm apresentado uma significante queda. 


Já nos Estados Unidos, as movimentações permanecem aparentemente em funcionamento habitual. Para o mercado imobiliário estadunidense, no entanto, a barreira central inicialmente está centrada no mercado de alto padrão de cidades como Nova Iorque, Miami e São Francisco, segundo reportagens locais. 


Para via de observação, vale ainda considerar que o governo federal de várias localidades tem suspendido a entrada de estrangeiros em território nacional, o que pode afetar consideravelmente as transações imobiliárias locais e barrar até mesmo o acesso de potenciais investidores em seus mercados. 


A expansão virtual chinesa


Segundo recente reportagem do veículo Beike Zhaofang (贝壳找房 bèiké zhǎofáng), 


Em fevereiro, a relação de corretores e clientes gerou cerca 350 visitas imobiliárias virtuais por dia, trinta e cinco vezes mais do que os meses anteriores. Em antecipação a latente demanda, já no dia 18 do mês passado, o próprio Beike fundou uma propriedade de vendas online especializada somente em tecnologia virtual. Em uma de suas operações de dez minutos, o negócio convenceu e efetivou transações imobiliárias de mais de 1.068 clientes.


“Nós estamos surpresos em quanto crescimento o corona vírus trouxe ao nosso negócio”, disse o head do departamento de VR na Beike Zhaofang’s, Huì Xīnchén.


Leitor, em sua opinião, o que podemos esperar a nível nacional por hora? Comente conosco em nossas redes sociais e sinta-se a vontade para assinar gratuitamente nosso Boletim Regional para ficar por dentro das próximas atualizações. 



Com informações de: https://supchina.com/2020/03/12/coronavirus-real-estate-agents-in-china-embrace-virtual-house-tours/

https://www.globaltrademag.com/global-view-of-how-the-coronavirus-affects-stock-and-real-estate-markets/

https://valor.globo.com/mundo/noticia/2020/03/16/china-venda-de-imvel-cai-347-pontos-percentuais-ao-ano-no-1-bimestre-ao-ponto-mais-baixo-em-28-anos.ghtml



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