Lucro líquido da Helbor cresce 49,5% e atinge R$ 26 milhões no 1º semestre de 2009


Lucro líquido da Helbor cresce 49,5%

Em seis meses, o volume de comercialização da incorporadora alcançou mais de 80% das vendas do ano passado inteiro; lançamento comercial de Campinas é um dos destaques do período
A Helbor Empreendimentos S.A. divulgou na última quinta-feira (13 de agosto) os resultados relativos ao segundo trimestre de 2009, período em que a incorporadora, que atua em 22 cidades brasileiras, registrou um lucro líquido R$ 15,5 milhões, 52,8% maior do que o mesmo período do ano passado. No primeiro semestre deste ano, o lucro líquido da Helbor atingiu R$ 26,4 milhões, um crescimento de 49,5% em relação aos primeiros seis meses do ano passado.

"Para que isso acontecesse, mesmo num cenário de incertezas, a Helbor investiu em novos projetos, adquiriu terrenos e realizou 10 lançamentos imobiliários que foram sucesso de vendas desde o primeiro trimestre de 2009", afirmou Henry Borenstein, vice-presidente Executivo da empresa. Ele lembrou que "o plano de atuação da Helbor foi plenamente cumprido, o que possibilitou alcançar em apenas seis meses mais de 80% do volume de vendas do ano de 2008".

Borenstein avalia que "o momento é muito positivo para o mercado imobiliário brasileiro", mas advertiu que, mesmo assim, a Helbor que desenvolve 48 empreendimentos manterá a estratégia de atuar com cautela. "Só lançamos um produto depois ter plena convicção de que ele está ajustado à necessidade do mercado", argumentou. Entre os lançamentos do primeiro semestre, destacam-se o edifício comercial Helbor Offices Norte Sul, em Campinas (SP), um case do mercado imobiliário, que teve suas 238 salas vendidas num só dia, e o residencial Helbor Bella Vita 1, na Freguesia do Ó, São Paulo (SP), que alcançou 90% de comercialização de suas 165 unidades num fim de semana.
O executivo da Helbor lembrou que entre janeiro e junho deste ano, a empresa manteve suas margens de rentabilidade, diminuiu proporcionalmente os custos fixos e também reduziu os estoques. "Por isso tudo acreditamos que até o final do ano - até mesmo pelos ótimos resultados das vendas em julho - a Helbor atingirá resultados também muito bons". Ele lembrou que "o desempenho da Helbor se deve ao trabalho de uma equipe enxuta, mas muito dedicada; à contribuição de parceiros comerciais que estão conosco no desenvolvimento de projeto, na venda e na construção dos empreendimentos e à confiança dos acionistas e clientes.

DESTAQUES DA HELBOR
O Valor Global de Vendas (VGV) lançado Total da Helbor no segundo trimestre de 2009 atingiu R$ 323,9 milhões. Isso representa um crescimento de 176,9% em relação ao primeiro trimestre deste ano e de 124,6%, em comparação com o segundo trimestre do ano passado. No acumulado do ano, o VGV totalizou R$ 440,8 milhões, 124,6% a mais do que no primeiro semestre do ano passado. Já o VGV Helbor lançado no segundo trimestre de 2009 alcançou R$ 296 milhões, 239,5% maior do que no primeiro trimestre deste ano e 153% superior ao segundo trimestre do ano passado. No primeiro semestre deste ano o VGV Helbor acumulado foi de R$ 383,2 milhões, 227,5% superior ao mesmo período de 2008.

As Vendas Contratadas Totais cresceram 29,4%, passando de R$ 211,1 milhões no segundo trimestre de 2008, para R$ 273,5 milhões no segundo trimestre de 2009. No primeiro semestre de 2009, as vendas atingiram R$ 430 milhões, uma alta de 29,6% em relação ao primeiro semestre de 2008. No que se refere às vendas Contratadas Helbor, registrou-se um crescimento de 83,9%, passando de R$ 133,1 milhões no segundo trimestre de 2008, para R$ 244,8 milhões no segundo trimestre de 2009. Nos primeiros seis meses deste ano, as vendas totalizaram R$ 365,9 milhões, uma alta de 66% em relação ao primeiro semestre de 2008.

A Receita Operacional Líquida alcançou R$ 135,2 milhões no segundo trimestre de 2009, 47,9% superior ao mesmo período do ano passado. De janeiro a junho deste ano, a Receita Operacional Líquida somou R$ 227,2 milhões, crescimento de 43,9% em relação ao primeiro semestre de 2008.

Ao final de junho, a Helbor dispunha de um banco de terrenos com Valor Global de Vendas (VGV) potencial de R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 1,5 bilhão referente à parte exclusiva da companhia. Neles foram incluídos em junho terrenos em bairros nobres de São Paulo (SP) e de Curitiba (PR).

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