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Juros baixos e cenário favorável facilitam compra de imóveis para morar e investir


Momento econômico é favorável e faz crescer procura por imóveis e financiamentos imobiliários no país; mercado imobiliário contabiliza alta de 11,5% nas vendas em Goiânia e em Aparecida de Goiânia no primeiro trimestre deste ano.


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou novamente a taxa básica de juros (Selic) em 0,75 ponto percentual, que passou de 3% para 2,25% ao ano. Esta é a oitava redução seguida, a quarta anunciada apenas neste ano e o menor patamar desde o início da série histórica, em 1996. Esta medida se soma ao atrativo cenário de financiamentos imobiliários que estão mais facilitados, redução da burocracia, oferta abundante de imóveis e preços mais em conta. Assim, o investimento em imóveis nunca foi tão sedutor e até mesmo mais seguro como agora, seja para morar quanto para alugar.


Toda vez em que há uma redução dos juros básicos, os bancos acompanham e também baixam suas taxas. Paralelo a isso, o número de pessoas que podem investir na casa própria também aumenta. "A queda dos juros amplia a faixa de acesso aos financiamentos. Com a mesma renda, passamos a ter mais pessoas com a possibilidade de comprar o imóvel", destaca o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), Roberto Elias. 


No primeiro 1º trimestre deste ano, o mercado imobiliário contabilizou alta de 11,5% nas vendas em Goiânia e em Aparecida de Goiânia. Para se ter uma ideia, em 2016 foram comercializadas 1.669 unidades; em 2017, foram vendidas 3.459 unidades; em 2018, 6.496 unidades; e, em 2019, 6.855 unidades. Em termos financeiros, o aumento nas vendas em 2020 foi ainda maior: R$ 742 milhões no 1º trimestre frente a R$ 437 milhões no mesmo período de 2019, expansão de 70%.


Neste momento, Roberto afirma que é possível começar a realizar o sonho da casa própria e que planejamento e pesquisa de imóveis são perfeitos para o período do distanciamento. Para quem já possui recursos, o atual cenário imobiliário com juros baixos, financiamentos facilitados e sem burocracia colaboram para o cenário ideal para a concretização deste plano. "A combinação de oferta de imóveis com preço atrativo, perspectiva de alta nos preços e taxas de juros baixas sinalizam, mais do que nunca, que este é o melhor momento para se investir em imóveis. Seja para realizar o sonho da casa própria, seja para investimentos. Este é o momento ideal para escolher com calma, com critérios e ponderações de acordo com as suas finanças", observa.


A plataforma Melhortaxa, que compara taxas de juros e condições do crédito imobiliário, registrou aumento de 64,4% na busca por crédito imobiliário no país nos primeiros 5 meses deste ano em comparação ao mesmo período de 2019. Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) apontam que os financiamentos para a compra e a construção de imóveis somaram R$ 7,13 bilhões em maio, alta de 6,5% em relação a abril e crescimento de 8,2% em comparação a maio do ano passado. Ainda segundo a entidade, em maio, o crédito imobiliário com recurso de poupança cresceu 22,6%.


Mesmo com a pandemia, de acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, as contratações de crédito imobiliário cresceram 21,73% em 2020. De janeiro a maio de 2020, os total de financiamentos atingiu R$ 34 bilhões em crédito, alta de 23,2% em comparação a igual período de 2019. O maior volume é justamente na liberação de crédito para pessoa física, para quem quer comprar para morar ou investir esses bens (alugar ou revender).


Pesquisa da consultoria Brain Inteligência Estratégica constatou que, entre as pessoas que tinham intenção de comprar um imóvel, 22% efetivaram a compras em junho, seis pontos percentuais acima dos dados de março (primeiro mês da pandemia), e três pontos percentuais do registrado em abril. Este levantamento da Brain também revelou um discreto aumento na intenção de compra.


Roberto Elias lembra que imóvel é o tipo de investimento que nunca se desvaloriza. "A prioridade do brasileiro é a casa própria e isso não muda. O efeito é muito positivo para o setor, para quem pode comprar, é um ótimo momento para investir em imóveis. O imóvel é um investimento que não desvaloriza, aquele investidor mais conservador acostumado a aplicar em títulos, poupança, com certeza tudo conspira para investir em imóveis", explicou. 


O mercado goiano dispõe de um bom estoque de imóveis prontos ou em lançamento e o preço continua bastante atraente, principalmente quando comparado às demais capitais do país. "Quem adquire hoje vai fazer um financiamento de 30 anos com taxa fixa de juros, sem correção. Um conforto para quem está comprando algo e que saberá hoje quanto irá pagar ao final do contrato. Sem surpresas no final", observa. "A crise vai passar. A expectativa é que nos próximos meses todo o caos da pandemia se dissipe", completa.


Valorização 


Em maio deste ano, a valorização dos imóveis ficou, em geral, bem acima das aplicações financeiras.


 Ao final deste atual cenário, o presidente lembra que, quem comprou um imóvel, vai ter feito um excelente negócio. "Com certeza este consumidor terá uma propriedade que pode dizer de 'sua', adquirida com mais facilidade, sem burocracia, a preço mais competitivo e juros que fazem a parcela caber no bolso e não apertar o orçamento", finaliza o presidente da Ademi-GO.


Fonte: Ademi-GO



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