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Como o uso de drones pode favorecer a construção civil?


No setor de vistorias, mapeamento aéreo, para fins de campanhas publicitárias e muito mais. A tecnologia que entrou no Brasil praticamente em 2014 está cada vez mais em ascensão e pode favorecer não só o segmento da construção civil, como também eventos, casamentos, engenharia, propaganda e até a agronomia. Saiba mais com o Portal VGV. 


Em entrevista ao Portal VGV, Bruno Verzini, o diretor comercial e instrutor de vôo da empresa de filmagens e fotos aéreas Dronezoom, explica que um drone possui diversos componentes eletrônicos, mas, em suma, contém de mais importante sua a câmera e a sua estabilização.


Com base nisto, Bruno Verzini ainda afirma que, longe da atual tecnologia de filmagem, os equipamentos mais antigos ainda eram ruins e trepidavam muito para uma filmagem 100% perfeita. Mas hoje a área é tão promissora que oportunizou a mudança de carreira de Verzini. “Inicialmente como um trabalho de fins de semana, eu saí da multinacional onde trabalhava há 4 anos. Uma breve pesquisa de mercado e vi que poderia dar mais certo do que imaginava. Trabalhando ainda fim de semana, eu já estava faturando 3 vezes mais que meu salário de empregado”, comentou. 


As vantagens na construção


- Um investimento econômico e de tempo hábil

“Com um drone é muito mais rápido. Em 5 minutos o drone consegue filmar, fotografar e mostrar para o engenheiro na hora quais são os pontos que precisam de atenção, sem falar que a filmagem de um edifício para apresentar para o marketing é muito mais bonita e econômica – anteriormente o processo era feito com helicóptero mais o fotógrafo por um valor mínimo de R$ 7.000,00”. 


Segundo ele, agora o valor com o uso do drone cai para R$ 900,00, por exemplo.


- Um equipamento multifuncional para o setor

“Os drones no Brasil ganharam espaço para a filmagem em aspecto geral. Existem drones para a agricultura, por exemplo, que vem crescendo exponencialmente, muito mais que drones para as filmagens. Temos também drones para mapeamento aéreo, que são drones autônomos que fazem medições precisas de um lote, terreno, fazendas ou chácaras”, acrescenta Verzini.


O profissional ainda explica que, neste caso, os drones para mapeamento ajudam inclusive o operador onde uma medição poderia levar todo um dia antigamente, sendo que hoje em poucos minutos o processo é finalizado via drone.


Surpreendentemente com os drones é possível: 

Efetuar imagens do empreendimento para mostrar sua evolução mensal;

Criar uma realidade ampliada em vídeos do empreendimento, seja capturando fotos 360° ou vídeos em uma área de um raio 3km em volta do empreendimento (como exemplo shoppings, farmácias, supermercados e parques);

Inspeção de segurança na obra. Com as imagens, a equipe de segurança do trabalho pode verificar o uso de equipamento de seguranças dos funcionários. 

E além de tudo isto, também pode ser feito o uso de filmagem e obtenção de fotos como serviço de vistoria de fachada predial (não só da fachada, mas de caixas d’água, ralos entupidos, sistema de ar condicionado, telhas quebradas e muito mais);


Em especial, os impactos são muito importantes no último tópico, com o setor de vistorias. Bruno Verzini completa que hoje em dia para fazer a verificação de uma fachada com trinca, rachadura ou infiltração, um funcionário normalmente seria designado para descer no balancim e tirar fotos da fachada: “Nesse processo, além da demora e burocracia, existem diversos riscos a segurança e integridade também tanto do funcionário quanto dos moradores do edifício . Podem-se levar semanas para executar um serviço para apenas tirar fotos do local nesse modo de trabalho”.


Os desafios no setor


Remotamente controlado, o rádio controle que, assim dizemos, pode alcançar cerca de quatro a seis quilômetros de distância com uma única bateria. Mas hoje as leis estão mais rígidas –  conforme a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e o DECEA (Departamento do Controle do Espaço Aéreo). 


“Exemplo disto é, para que um drone profissional possa subir, precisamos de uma autorização de voo que pode demorar a ser expedida em até 18 dias. Isso ainda complica para quem trabalha com drone”, diz Verzini.


E, de fato, como em todos os setores profissionais, a irregularidade implica nas empresas regularizadas: “hoje o mercado de drone está muito aquecido. Existem algumas empresas sérias no mercado, mas outras se intitulam desta forma e são apenas aventureiros, onde não há registros. Por fim isto acaba prejudicando quem realmente trabalha no ramo”.


Dica para as empresas interessadas em drones


Caso uma empresa queira ter um drone próprio, é imprescindível que faça um curso primeiro, pois com os riscos de operação do equipamento é mais provável que aconteça um acidente com o drone no primeiro voo, antes mesmo de alcançar uma altura relativamente ampla. Sem falar, é claro, nas condições climáticas que interferem no processo como um todo também.


 “Este é o motivo pelo qual nós da Dronezoom temos cursos de pilotagem de drone presencial e online. Existem dicas e conceitos muito importantes para a subida de um drone, o próprio equipamento possui uma função para cada operação e para isto necessita de um curso”, finalizou Bruno. 


Vale lembrar que um equipamento novo custa em média de R$ 10 mil a R$ 15 mil reais.


Saiba mais em https://dronezoom.com.br/servicos/



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