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Pesquisa mostra resultados recordes na venda de apartamentos em Belo Horizonte e Nova Lima


Em maio, foram vendidos nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima 402 apartamentos novos, o que corresponde ao maior número para o mês desde o início da série histórica (2016) do  Censo do Mercado Imobiliário de Belo Horizonte e Nova Lima, realizado pela Brain Consultoria  para o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG). Esse foi o terceiro mês consecutivo com vendas superiores a 400 unidades, o que é um patamar  elevado. Em relação a maio do ano passado, quando o país vivenciava os primeiros meses da  pandemia, as vendas apresentaram incremento de 78,67%. Já na comparação com abril/21, elas caíram 17,96%, fato que pode ser justificado pelo número mais expressivo na  comercialização de imóveis naquele mês (490).  


Renato Michel, vice-presidente da área imobiliária do Sinduscon-MG, explica que "a  taxa de juros ainda em baixo patamar, apesar das últimas elevações, e o incremento do financiamento imobiliário, com recursos da caderneta de poupança, são  alguns dos motivos que ajudam a explicar os melhores resultados do segmento imobiliário  nos primeiros cinco meses do ano". "Mesmo diante de tantos desafios, e com a  pandemia ainda gerando preocupação no país, a demanda por imóveis segue em expansão."  

 

Em maio, o maior número de vendas foi observado no padrão Econômico (até R$ 215 mil): 124 unidades, seguido pelo padrão Standard (de R$ 215 mil até R$ 400 mil): 121 unidades. "Apesar disso, o destaque foi a comercialização de apartamentos de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões (padrão luxo). No mês, foram vendidas 80 unidades com essa faixa de valor, o que correspondeu ao maior número, para esse segmento, nesses primeiros meses do ano. Isso é reflexo dos juros baixos", pondera o vice-presidente do Sinduscon-MG.

 

Os lançamentos também evidenciaram o bom momento do segmento imobiliário na capital mineira e em Nova Lima. Em maio, foram lançados 395 apartamentos, o que, assim como  as vendas, corresponde ao maior patamar, para o mês, desde o início da série  histórica. Em relação a maio/20, quando foram lançadas apenas 10 unidades, a alta foi de 3.850%. "Nessa comparação, é preciso destacar que, em maio/20, o  país enfrentava o início da pandemia. Já na comparação de maio/21 com o mês anterior,  apresentou queda de 22,7%. É preciso considerar que, em abril/21, foram lançadas 511  unidades, o que correspondeu ao maior patamar desde setembro/20."

 

Com as vendas superando o número de lançamentos, o estoque de unidades novas disponíveis para comercialização voltou a cair e fechou o mês de maio/21 em 2.618. Esse é o  menor patamar para um mês de maio desde 2016, ano do início do Censo Imobiliário.  Considerando a média mensal de vendas nos primeiros cinco meses de 2021, a oferta atual  daria para atender o mercado imobiliário das referidas cidades em cerca de seis meses. Renato Michel avalia que, "para não haver falta de imóveis novos para comercialização, os  lançamentos precisam continuar avançando muito nos próximos meses".

 

A análise dos resultados do mercado imobiliário de Belo Horizonte e Nova Lima, no  acumulado dos primeiros cinco meses do ano, demonstra que o segmento está no seu melhor desempenho, para o período, dos últimos cinco anos. Vendas e lançamentos registraram recordes. De janeiro a maio, foram comercializados 2.113 apartamentos novos em Belo Horizonte e Nova Lima, o melhor resultado para o período desde o início da série histórica do  Censo Imobiliário (2016). O segundo melhor resultado foi no ano 2016, quando as vendas totalizaram 1.791 unidades. Os lançamentos também caminham nessa mesma direção. De  janeiro a maio/21, foram lançadas 1.956 unidades, número recorde para o período.  

 

Para o vice-presidente do Sinduscon-MG, é necessário destacar os bons resultados do  financiamento imobiliário para ajudar a compreender esses resultados positivos. De janeiro a maio/21, conforme os dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e  Poupança (Abecip), os financiamentos imobiliários, com recursos da poupança, somaram  R$ 77,38 bilhões em todo o país, alta de 127% em relação a igual período do ano passado (R$ 34,08 bilhões). Foram financiados, com recursos da poupança SBPE 331,8 mil imóveis, 160,1% a mais que em igual período de 2020 (127,5 mil). "A menor taxa de juros impulsionou o financiamento e, consequentemente, o melhor dinamismo do mercado. Mas isso não significa que não existam sérios desafios a serem vencidos. A alta no preço dos materiais segue forte e, com o aumento da Selic, as taxas do financiamento imobiliário podem crescer, o que muito preocupa o setor", avalia Michel.  

 

O desempenho do mercado imobiliário tem contribuído para a maior geração de  empregos na capital mineira. Nos primeiros cinco meses de 2021, Belo Horizonte contabilizou saldo positivo de 7.936 novas vagas na construção civil. Desse total, 4.639 foram na construção de edifícios. "Portanto, o segmento segue contribuindo para estimular a economia da  cidade."



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