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Incorporadoras driblam atraso do Minha Casa Minha Vida

Com as dificuldades políticas e econômicas no País, incorporadoras e construtoras estão com dificuldades de construir habitações para a faixa 1,5 do Minha Casa Minha Vida (MCMV), programa do governo federal. Na tentativa de superar as barreiras no mercado, incorporadores buscam novas alternativas para conseguir oferecer imóveis para financiamento junto à Caixa Econômica Federal e garantir uma maior margem de lucro com as vendas.


Apesar da ampliação realizada no ano passado pela Caixa, nos valores destinados às faixas 1,5 e 2 (R$ 8,7 bilhões), ainda existem reclamações de atrasos. “A situação realmente não é fácil. Existem muitas reclamações de incorporadoras e construtoras em relação a esse assunto. Infelizmente a fase não está boa”, explicou o presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), Marcus Santaguita.


“A faixa 1,5 é uma nova investida do governo (federal) que eu, particularmente, achei muito interessante, porque ela veio para cobrir a faixa 1, que era um modelo onde a construtora recebia um valor para fazer a obra, mas era quase impossível executar o projeto, e o comprador pagava um valor muito baixo pela unidade, que acabava nem pagando (a construção), para falar a verdade. Diante de todo o cenário político que estamos vendo, a Caixa cortou esse modelo, porque é um investimento muito grande dos cofres públicos e criou esse modelo 1,5.”, disse Jorge Portela, diretor da Rochefort, em Santo André.


Segundo o empresário, uma construtora recebe R$ 135 mil, do governo federal, para fazer um apartamento, que em média tem 47 m². Como dificilmente são encontrados terrenos com o valor de R$ 100 o m², valor considerado “ideal” pelas incorporadoras, o montante pago por cada imóvel apenas garante o pagamento da construção, sem conseguir gerar algum tipo de lucro.


A difícil situação acarreta consequências para algumas empresas. “Houve relatos de donos de construtoras que estão paradas ou que não estão contratando funcionários, pois como não conseguem ter recursos, acabam não tendo avanço”, afirma Santaguita.


Para driblar a situação, incorporadoras constroem apartamentos de diversas faixas do Minha Casa Minha Vida para conseguir finalizar as obras e assim gerar um lucro final satisfatório. “Geralmente os apartamentos no térreo ou mesmo nos primeiros andares são mais baratos, então aproveitamos para construir os apartamentos nesta faixa 1,5, e nos demais andares nas faixas 2 e 3”, conta Portela.


Terrenos


Com dificuldade de encontrar terrenos nas áreas centrais da cidade, as incorporadoras buscam áreas mais afastadas, porém encontram dificuldades com a falta de infraestrutura, principalmente quando se fala em acesso ao Centro, saneamento básico e educação, itens que são considerados como primordiais para atrair clientes.

 

Fonte: ACIGABC



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