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Gestão de Negócios, por João Teodoro da Silva


Esta semana, tive o privilégio de assistir a uma rápida palestra online, de cerca de dez minutos, proferida por Marcelo de Amoedo, especialista em gestão empresarial, marketing e negociação, do blog INSIGHT. O tema foi relações negociais pós pandemia. Segundo ele, o sucesso negocial nos tempos atuais implica saber negociar diferente. Trata-se de gerenciamento de crise e remodelação do planejamento estratégico. Ninguém tinha a menor ideia do que aconteceria no ano de 2020. Não havia como prever uma pandemia, mas aconteceu. E agora? Amoedo aponta cinco novos conceitos negociais que merecem toda a atenção de quem quer ter sucesso como empresário ou como profissional. Vejamos ponto por ponto.

1. Conectividade. Os novos tempos exigem conexão absoluta. Temos de estar interligados fultime, com tudo e com todos, seja como empresa ou pessoa natural. As ferramentas tecnológicas disponíveis, como redes sociais, videoconferências, apresentações (artísticas, comerciais, industriais), congressos virtuais, e-learning (aprendizado pela internet), assinatura eletrônica, visitas virtuais a imóveis, tecnologia blockchain, tudo isso estava disponível, mas era pouco ou nada usado. Hoje, são o dia-a-dia negocial.

2. Automação. Essencialmente vinculada à conectividade, a automação é o que facilita o consumo da informação não apenas da mídia, mas também e principalmente sobre os produtos e serviços oferecidos. Os aplicativos de software são o que mais evidencia a atualidade da automação. Com eles se contrata quase tudo: carros, comida, empréstimos, planos de saúde, etc. Mas há exemplos recentes e notórios pela abrangência de uso, como o PIX, sistema integrado de pagamento imediato, e o QRCode, que pode mostrar tudo sobre uma empresa, um profissional, um produto ou um serviço em minúsculo espaço impresso.

3. Pesquisa e planejamento. Conceito conjugado que sempre existiu e sempre foi importante para o sucesso empresarial e profissional, tornou-se diferencial durante a pandemia. Muitas empresas tiveram de mudar seus processos de fabricação e também seus alvos de mercados. As indústrias de confecção, por exemplo, passaram a fabricar máscaras; as químicas, álcool em gel; os restaurantes adotaram o delivery. Tudo isso exigiu muita pesquisa de consumo e planejamento.

4. Branding. Palavra inglesa que, no jargão comercial, significa construção da marca. O consumidor atual quer verdade, identificação, responsabilidade e relação de confiança. Isso, no entanto, depende de um bom plano de branding, de construção de marca e imagem, empresarial ou profissional, que será o diferencial no processo de negociação. Campanhas de marketing têm de se preocupar fundamentalmente com a verdade da mensagem a ser transmitida.

5. Lifelong learning.  Este termo inglês, que significa estudo continuado, tornou-se essencial para o sucesso empresarial ou profissional. O treinamento e aprendizado do pessoal da empresa ou do próprio profissional tem de ser contínuo. Já não bastam diplomas e formação clássica.  Enfim, cada um dos itens anteriores (conectividade, automação, pesquisa e aprendizado e branding), exige reciclagem e atualização constante do conhecimento, sob pena de exclusão do mercado.

João Teodoro da Silva

Presidente – Sistema Cofeci-Creci – 15/JAN/2021


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