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FGV: confiança da construção cresce devagar


O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 0,4 ponto em outubro, para 87,5 pontos, após ter recuado 0,5 ponto no mês passado. Em médias móveis trimestrais, o índice aumentou 0,7 ponto, mantendo a tendência ascendente pelo quinto mês. As pontuações seguem abaixo de 100, ainda não refletindo percepção otimista. Foram colhidas informações de 702 empresas, entre os dias 1 e 23 de outubro.


“O indicador de Situação Atual voltou a impulsionar a confiança do empresário da construção, apesar de o indicador de Expectativas ter registrado queda pelo segundo mês. Esse cenário, que aponta sinais invertidos para a percepção relativa aos negócios no momento atual e nos próximos meses, mostra que há uma recuperação em curso, mas ainda não há segurança no empresário em relação a sua continuidade”, comentou Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre.


Para a economista, “vale destacar que, entre os fatores assinalados como limitadores da melhoria dos negócios, a demanda insuficiente permanece como o de maior relevância para todos os segmentos setoriais. Ou seja, o cenário de baixo crescimento do investimento responde por parte importante dessa insegurança em relação à retomada.”


O resultado positivo do ICST em outubro deveu-se exclusivamente à melhora da situação corrente. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) avançou 1,3 ponto, para 78,9 pontos, maior nível desde fevereiro de 2015 (81,4). Contribuiu para a melhora do ISA-CST o indicador que mede a percepção sobre a situação atual da carteira de contratos, que cresceu 2,6 pontos, para 77,7 pontos.


O Índice de Expectativas (IE-CST) cedeu pelo segundo mês, ao cair 0,5 ponto, para 96,5 pontos. Este resultado veio da queda do indicador de demanda prevista nos próximos três meses, que recuou 0,2 ponto, para 97,4 pontos, e do indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses, que retraiu 0,7 ponto, para 95,6 pontos.


Edificações


Em outubro, a confiança do empresário do segmento de Edificações registrou uma alta de 1,9 ponto, anulando grande parte da queda de setembro (-2 pontos). Tanto o ISA-CST como o IE-CST registraram melhora. Na comparação com outubro de 2018, o ICST de Edificações registrou elevação de 1,8 pontos, ficando abaixo média do setor, de 5,6 pontos.


No entanto, ao se separar os grupos desse segmento entre os que operam com os programas governamentais (Minha Casa, Minha Vida e Programa de Aceleração do Crescimento) e os que não operam, nota-se que esse movimento decorre de uma percepção mais positiva dos empresários fora dos programas, com crescimento de 6,7 pontos, enquanto, o ICST das empresas de Edificações que operam com os programas caiu 4,1 pontos.


Ociosidade


O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor variou positivamente 0,7 ponto percentual, para 70,1%. Em relação aos NUCIs para Máquinas e Equipamentos e NUCI para Mão de Obra, as variações foram 0,5 e 0,7 ponto percentual.


Fonte: https://sindusconsp.com.br/fgv-confianca-da-construcao-cresce-devagar/


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