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Vendas de imóveis novos em São Paulo crescem 52,1 % no 1º semestre


Sindicato da Habitação divulgou, em coletiva de imprensa on-line, os resultados dos primeiros seis meses de 2018 e também os dados da Pesquisa do Mercado Imobiliário de junho


Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, apresentou a revisão dos números


Na última quinta-feira, 15/8, o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) divulgou a Pesquisa do Mercado Imobiliário do mês de junho e os resultados do primeiro semestre do ano em coletiva de imprensa on-line, que teve a participação de Flavio Amary e Celso Petrucci, respectivamente, presidente e economista-chefe da entidade.


No período de seis meses, foram comercializadas 12.001 unidades residenciais na cidade de São Paulo, 52,1% acima do registrado no primeiro semestre de 2017, quando as vendas totalizaram 7.888 unidades. O resultado deste ano foi o melhor desde o início da crise econômica do País, iniciada em 2013, e se aproxima da média histórica de vendas do primeiro semestre, de 12,4 mil unidades, calculada no período de 2004 a 2018.


A comercialização de imóveis novos neste primeiro semestre do ano também é próxima da registrada nos anos de 2011 e 2012, com 11,7 mil e 12 mil unidades residenciais vendidas, respectivamente. Esse comportamento reafirma a reação do mercado imobiliário da Capital, iniciada no segundo semestre de 2017.


Tipologia – Os produtos que se destacaram nas vendas foram os imóveis de 2 dormitórios, com área útil inferior a 45 m², e na faixa de preço de até R$ 240 mil. A participação dos imóveis de 2 dormitórios no total das vendas do semestre foi de 67%; dos imóveis com menos de 45 m², foi de 58%; e dos imóveis com preços menores que R$ 240 mil foi de 47%.


A região com a maior participação de vendas foi a zona Oeste, com 26% do total comercializado no primeiro semestre. A zona Sul vem em seguida, com 24% do total, a zona Norte com 20%, a zona Leste com 17% e o Centro com 13%.


Imóveis econômicos destacaram-se no primeiro semestre do ano com a venda de 4.786 unidades e a participação de 40% do total de comercialização. No mesmo período do ano de 2017, essa participação era de apenas 13%, com 1.005 unidades comercializadas.


Para segmentar os imóveis econômicos, o Secovi-SP utilizou as faixas de preço do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e os limites de preço do metro quadrado de área útil de até R$ 5.500,00, conforme a data de lançamento e a cidade do empreendimento.


Lançamentos – Segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), foram lançadas 8.068 unidades residenciais no primeiro semestre deste ano na cidade de São Paulo, correspondendo a um crescimento de 4% em relação ao primeiro semestre de 2017, quando os lançamentos totalizaram 7.769 unidades residenciais.


A quantidade de lançamentos, apesar de ter superado a do ano passado, ficou 24% abaixo da média histórica de 10,7 mil unidades lançadas no primeiro semestre, calculada no período de 2004 a 2018.


As tipologias dos lançamentos têm encontrado aderência junto ao consumidor. Tanto que as características de tipologia (dormitórios), área útil e faixa de preço são exatamente iguais às das unidades vendidas, ou seja, têm 2 dormitórios, área útil menor que 45 m² e faixa de preço menor que R$ 240 mil.


Os imóveis econômicos participaram com 35% do total de lançamentos no primeiro semestre de 2018, com 2.802 unidades lançadas. No mesmo período do ano passado, essa participação foi de 19%, com 1.510 unidades lançadas.


O aumento da participação dos imóveis econômicos refletiu-se no preço médio anual dos lançamentos por metro quadrado que, segundo a Embraesp, foi de R$ 8,5 mil – considerando os imóveis lançados no período de 12 meses até junho de 2018 –, e menor que o registrado em dezembro de 2017, que estava em R$ 8,6 mil.


Os imóveis econômicos impactaram também o VGL (Valor Global Lançado) deste primeiro semestre, que apresentou redução de 6% em relação ao primeiro semestre de 2017 – R$ 4,6 bilhões de VGL contra R$ 4,9 bilhões de VGL (valores ajustados pelo INCC-DI da Fundação Getúlio Vargas de junho de 2018).


Oferta – O desempenho do mercado imobiliário da cidade de São Paulo registrou maior quantidade de vendas do que de lançamentos, fato que impactou na quantidade de oferta final dos imóveis que, no período, teve queda de 16,6% em relação ao registrado em junho de 2017.


O mês de junho deste ano terminou com 17.558 unidades disponíveis para venda na cidade de São Paulo. Desse total, 3.642 unidades (21%) estavam na planta, 11.752 (67%) unidades em construção e 2.164 unidades (12%) prontas.


Perspectivas – Tendo em vista o comportamento do mercado no primeiro semestre do ano e a sondagem feita junto a incorporadoras da Capital, o Secovi-SP reviu as previsões para este ano, que ainda poderão ser impactadas pelo processo eleitoral em curso.


“Acreditamos que haja redução entre 8% e 10% no volume de lançamentos, resultando em aproximadamente 28 mil unidades lançadas no ano. Quanto às vendas, a expectativa é de crescimento entre 10% e 17%, chegando a algo em torno de 25 mil a 27 mil unidades comercializadas”, prevê o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.


“O forte ritmo de crescimento das vendas neste primeiro semestre de 2018 está diretamente relacionado à procura do público por imóveis econômicos e compactos, cujos valores são mais acessíveis, às taxas de juros mais reduzidas e à demanda muito intensa”, avalia Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP. Além disso, no primeiro semestre do ano passado, as vendas não apresentavam resultados consistentes, comportamento que mudou a partir do terceiro trimestre de 2017.


As vendas do semestre (12.001 unidades) superaram os lançamentos do mesmo período (8.068 unidades), ocasionando redução na quantidade de imóveis não vendidos em oferta (17.558 unidades).


“Considerando que a média mensal de vendas no ano é de 1.345 unidades, seriam necessários 13 meses para zerar a oferta na Capital. Em igual período do ano passado, essa relação era de 16 meses”, observa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.


Apesar do bom comportamento do mercado imobiliário neste primeiro semestre, ainda preocupa o setor a necessária calibragem da Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo da cidade de São Paulo, pois grande parte dos lançamentos refere-se ainda a projetos aprovados conforme regramento da Lei de Zoneamento anterior.


“A recorrente redução na oferta, combinada com a dificuldade de viabilização econômica de novos empreendimentos, por conta dos custos da outorga onerosa e do baixo coeficiente de aproveitamento do terreno, causará, a médio prazo, o aumento dos preços dos imóveis, que estão estabilizados em virtude da maior recessão atravessada até hoje pelo setor”, assinala Emilio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.


Mercado em junho – Além dos resultados do semestre, o Secovi-SP divulgou a Pesquisa do Mercado Imobiliário de junho, cujos resultados ficaram acima do esperado, com a cidade de São Paulo registrando o maior volume de unidades lançadas do ano (2.811 unidades).


Analisando os lançamentos do mês de junho em termos de tipologia, prevaleceram os imóveis de 2 dormitórios, com menos de 45 m², preços de até R$ 240.000,00, situados principalmente na faixa dos econômicos (programa Minha Casa, Minha Vida).


Em relação às vendas, foram escoadas 2.288 unidades no mês, superando o resultado apurado em maio e também o de junho do ano passado. A boa aderência dos tipos de imóveis lançados contribuiu para que junho apresentasse o segundo melhor desempenho de vendas do ano em termos de VSO (11,5%), ficando atrás somente do mês de março, que teve VSO de 11,9%.


Confira os resultados completos da Pesquisa do Mercado Imobiliário de junho, com dados da Capital e da Região Metropolitana de São Paulo, e também o Balanço do primeiro semestre de 2018.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP



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