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Governador João Doria Jr. faz balanço de seus 70 dias de gestão


Durante encontro da política Olho no Olho do Secovi-SP, o dirigente apresentou os resultados de sua administração à frente do governo do Estado de São Paulo


O governador do Estado de São Paulo, João Doria Jr., participou do segundo encontro deste ano da política Olho no Olho do Secovi-SP, nesta segunda-feira, 11/3, na sede da entidade. Para um público superior a 400 pessoas, entre empresários do setor, secretários estaduais e municipais de São Paulo, deputados federais e estaduais, vereadores da Capital e representantes de entidades de classe, Doria fez um balanço dos 70 dias de trabalhos “intensos e positivos” à frente do governo do Estado. “Faço menos política e trabalho mais”, disse.


Desse rápido balanço de gestão, Doria destacou o processo de desestatização implantado por seu governo, dando autonomia para secretários decidirem e realizarem ações de suas pastas. Como exemplo, citou o programa em desenvolvimento pelo vice-governador, Rodrigo Garcia, também titular da Secretaria de Governo, e Henrique Meirelles, secretário de Finanças do Estado. De acordo com ele, estão em andamento 222 projetos, como renovação das concessões de administração das rodovias estaduais, com a finalidade de diminuir os valores das tarifas de pedágio e criar o programa “tarifa ponto a ponto”, cujo objetivo é cobrar somente o percurso da estrada usado pelo veículo; desenvolver processo de leitura automática de pedágio e criar a tarifa flexível, com desconto de 50% do valor de pedágio para quem trafegar entre as 22 horas e as 5 horas.


Doria aproveitou a oportunidade para falar sobre a futura privatização do Porto de Santos. Disse que o assunto, por ser de responsabilidade do governo federal, foi objeto de encontro com o presidente Jair Bolsonaro.


Responsabilidade – O governador João Doria Jr. fez um chamado firme para que os empreendedores imobiliários apoiem publicamente a aprovação da Reforma da Previdência. “Não silenciem. Vocês devem se mobilizar para que não haja paralisação do processo de aprovação da reforma e se iniciem embates ideológicos.”


Se a proposta for aprovada até julho, na opinião de Doria, a partir do mês de agosto voltam os investimentos no País, com geração de empregos e renda. “Emprego é cidadania. Quero deixar uma mensagem de esperança de um Brasil melhor. Temos de aprovar todas as boas propostas do governo federal, que convertam para o desenvolvimento do País, com menos burocracia, e mais riqueza.”


Habitação – Provocado pelo presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet, o secretário de Estado da Habitação, Flavio Amary, aproveitou para contar aos presentes do “ritmo acelera” de gestão do governador. “Serão 35 mil horas de trabalho com motivação, foco, objetividade e agilidade na decisão”, ressaltou.



Seguindo esse compasso, Amary anunciou que será lançado oficialmente até o mês de abril o programa habitacional Nossa Casa, cuja proposta é construir 60 mil unidades habitacionais para famílias com renda de até 10 salários mínimos, nos próximos quatro anos. As regras do programa ainda estão sendo finalizadas para serem publicadas.


Acelera – Sobre o programa São Paulo Mais Segura, lançado logo no início de seu mandato, em janeiro último, Doria destacou a prisão de 2.560 pessoas, a importância da transferência dos líderes de uma facção criminosa para presídios federais de segurança máxima, e do grande volume de apreensão de cargas roubadas e entorpecentes. “Até o fim do meu mandato, os funcionários das polícias militar e civil serão os mais bem pagos do País”, prometeu.


Estão no radar o governo do Estado a privatização do Aeroporto de Congonhas, a desativação do Campo de Marte para pousos e decolagens – a pista será preservada para práticas poliesportivas e será instalado um colégio militar. O governador também já se reuniu com a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, para definir o futuro do projeto de transferência da Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo). “Em breve, a nova área de entreposto será anunciada pelo governo federal à Prefeitura de São Paulo”, disse, adiantando que a atual área da Ceagesp dará lugar a um centro de inteligência em tecnologia da informação, a uma nova Fatec, Fapesp e Embrapa, com incentivo à pesquisa.


Na avaliação de Basilio Jafet, o encontro foi bastante positivo e reforça a posição de João Doria Jr. como uma das principais lideranças políticas do País.



Autor: Assessoria de Comunicação Secovi-SP


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