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Empresa de pesquisa imobiliária destaca os 10 principais fatos de 2017 no mercado imobiliário corporativo

No balanço feito pela empresa de pesquisa imobiliária estão ocupações e aquisições relevantes, recordes de absorção e movimentos imobiliários no último trimestre do ano que devem impactar o Corporate Real Estate neste começo de 2018


A Buildings Pesquisa Imobiliária realizou neste início de 2018 um panorama dos principais movimentos do mercado imobiliário corporativo no ano anterior, traçando uma avaliação do comportamento do segmento nos meses passados e gerando previsões para este ano. Confira a seguir o que a empresa de pesquisa imobiliária destacou.


1) O primeiro destaque foi o  recorde histórico de absorção líquida ocorrida no 1º trimestre no segmento classe A em São Paulo, com 122.000 m² de absorção líquida e 172.000 m² de absorção bruta no período.


2) O segundo ponto levantado no balanço foi a contínua queda de vacância observada durante o ano, que chegou a ficar abaixo dos 20% no segmento Classe A em São Paulo, registrando a taxa de 19,9% no 3º trimestre de 2017.


3) A Buildings coloca ainda entre os três primeiros fatos que marcaram o ano de 2017 a falta de novo estoque no mercado classe A em São Paulo, o que não ocorria desde 2006.


4) Outro movimento relevante no mercado imobiliário, foi o adiamento das entregas em São Paulo e Rio de Janeiro. “Tínhamos previsto 200 mil m² no segmento Classe A para serem entregues no 4º trimestre e essas entregas foram postergadas para o ano seguinte. Temos mais 215 mil m² previstos para 2018”, diz o diretor de negócios da Buildings, Fernando Didziakas, na última edição do Buildings Talk About, canal de comunicação da empresa na internet.


5) Como quinto destaque do ano, a foi apontado alguns edifícios que tiveram grande êxito na performance de suas locações. Entre eles estão o São Paulo Corporate Towers (ocupado por BNP Paribas, UBER, FOX, Cardiff e Reckitt Benkiser). Outro edifício com locações relevantes foi o WTorre Morumbi – com ocupação da Unilever de 14.100m², Wework e HDI.


6) Empresas que chamaram a atenção no cenário das ocupações também entraram para a lista de destaques do ano da Buildings. Entre as que mais ocuparam estiveram a Regus, que juntamente com a Spaces ocupou 19.860 m², e a WeWork, com uma ocupação de 50.133 m². De um total de absorção buta de 730 mil m² em todo o ano, 9,5% foram absorvidos pelas duas empresas apenas.


7) No mercado de aquisições, a Buildings realiza uma separação entre as movimentações que aconteceram neste ano em dois grupos: o primeiro deles é o de aquisições para performance, ou seja, edifícios prontos e bem localizados, que foram adquiridos para que locações novas fossem feitas. Nesse grupo de aquisições, destacam-se o Urbanity Corporate (adquirido pela HIG), o Parque da Cidade (Fosun/Rio Bravo), Berrini 500 (Barzel), WTorre Nações Unidas (Safra), WTorre Morumbi (FII Safira) e Ez Towers (Brookfield).


8) O segundo segmento de destaque na área de aquisições é aquele que ocorreu para readequação, ou seja, edifícios que irão passar por algum processo de retrofit  para se readequarem com as melhores especificações técnicas do mercado. Entre eles estão: Morumbi Park (aquisição de 37% Fosun/Rio Bravo), CEA (adquirido pela Barzel), Condomínio São Luiz (SDI e Barzel), Centenário e Robocop (BRPR) e Henrique Schaumann (Barzel).


9) Outro ponto de relevância nas movimentações imobiliárias esteve orientado para a área de condomínios industriais e logísticos. No 3º trimestre de 2017, ocorreu a maior absorção líquida do Brasil no segmento industrial desde 2014. No total, foram absorvidos no terceiro trimestre do ano anterior 550.000 m² de área bruta e absorção líquida de 374.071m². Entre as ocupações de destaque nesse segmento estão TRX Guarulhos, com locações para a Flatel, FEMSA, Lopes, além da compra feita pela Barzel. Destaque também para o CL Imigrantes e GLP Guarulhos.


10) E fechando a lista, o último marco do mercado vai para a queda na taxa de vacância na área de condomínios industriais e logísticos em todo o Brasil, que chegou a 25,05% no terceiro trimestre de 2017. “Mesmo com um volume de entregas alto, com um estoque de mais de 230 mil m², essa taxa foi um recorde na absorção líquida desde 2015. E quando olhamos apenas o estado de São Paulo, a queda na vacância foi ainda maior, de 28,3% para 26,2%”, finaliza Didziakas.



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